Calculo de Vesícula< Voltar

A colelitíase, conhecida popularmente como pedra na vesícula, é uma doença muito frequente, afetando mais de 25 milhões de americanos anualmente. Cerca de 700.000 cirurgias são realizadas por ano nos Estados Unidos. No Brasil a prevalência em estudos de necropsia em indivíduos com idade acima de 20 anos variou de 9,1% a 19,4%.

As conseqüências mais comuns da presença de cálculos na vesícula biliar são a colecistite, colangite, pancreatite e câncer da vesícula biliar. O cálculo pode ficar “silencioso” dentro da vesícula sem provocar sintomas. Outras vezes, a pessoa pode ter sintomas leves como enjôo, plenitude pós prandial (sensação desagradável de que a comida permanece não digerida no estômago).
Porém quando os cálculos obstruem os canais biliares, pode ocorrer infecção, conhecida como colangite, e até septicemia (infecção generalizada). Se algum cálculo biliar descer para o canal principal, elas podem obstruir o canal do pâncreas (ducto de wirsung) causando a pancreatite aguda, doença às vezes, de difícil controle.

O tratamento da colelitíase é realizado através da retirada da vesícula biliar, nome conhecido como colecistectomia. A cirurgia é realizada hoje por videolaparoscopia, proporcionando, para o paciente, um retorno mais rápido as atividades laborais.
Como em qualquer outro procedimento cirúrgico, as complicações podem ocorrer, os mais frequentes são o sangramento e a infecção. Menos comumente podem ocorrer lesões de órgãos vizinhos ou dos canais biliares. Na presença de algumas condições, a operação pode requerer a conversão de uma laparoscopia para uma colecistectomia aberta.

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